quinta-feira, 1 de abril de 2010

DIANA NOGUEIRA DO MOTO C. PORTO CAMPEÃ NACIONAL FEMININA DE SUB-12

Disputaram-se desde o Domingo passado, dia 28/03/10, tendo terminado hoje, dia 01/04/10, os Campeonatos Nacionais de Jovens, e, Veteranos.



Os Campeonatos foram disputados no Hotel Golfmar, e, Praia de Porto Novo, Maceira-Vimeiro, Torres Vedras.



As instalações deste hotel reunião óptimas condições para a disputa destes campeonatos, que foram bastante disputados.



Estiveram presentes os seguintes jogadores, assim divididos por escalões:

Sub 08 - 46
Sub 10 - 68
Sub 12 - 77
Sub 14 - 68
Sub 16 - 64
Sub 18 - 34
Sub 20 - 27
Veteranos - 32



O Moto Clube do Porto, teve presentes 5 jogadores.



De realçar o título de Campeã Nacional Feminina, obtida por Diana Nogueira, do MCP, sub-12, que assim repete o título obtido na categoria de sub 1o, à dois anos atrás.


Foto: Diana Nogueira, MCP, Campeã Nacional Feminina, sub-12.

A Diana Nogueira, conseguiu obter o título de Campeã Feminina, seguindo-se este título ao de Campeã Distrital, conseguido este ano. Obteve 5 pontos em 7 possíveis, tendo feito uma boa prova. Tem que fazer um esforço de se concentrar mais nos jogos, para poder melhorar os seus resultados. Está, no entanto de parabéns por mais este título.


Foto: Pódio Feminino de sub-12, com Diana Nogueira, ao centro.


Foto: Paulo Duarte Pedroso, do MCP, 4º classificado, sub-10.


O Paulo Duarte, tem vindo a subir de forma, apesar da sua pouca experiencia. Este jogador tem hipóteses de ser um jogador interessante, assim tenha tempo para jogar um pouco mais intensamente. Os 5,5 pontos em 7 possíveis, são a prova de um excelente campeonato. Falhou o pódio por uma "unha negra", tendo ficado com os mesmos pontos do segundo e terceiro classificados.

Os três primeiros clasificados, são jogadores muito mais experientes, com uma pontuação ELO bastante superior da do Duarte. Parabéns ao Duarte, pelo excelente desempenho.



Foto: Pedro Dinis Pedroso, do MCP, 21º sub-12.


O Pedro Dinis, também precisa de mais traquejo, para melhorar o seu jogo. Os quatro pontos obtidos, em sete possíveis, demonstram também que o Dinis, está a subir de rendimento.


Foto: Ana Filipa Cunha, do MCP, 52ª classificada, nos sub-16.


A Ana Filipa Cunha conseguiu 2,5 pontos em sete, o que revela a dificuldade que enfrentou neste escalão de sub-16, que é muito competitivo. Embora a Filipa esteja em crescendo, há uma grande diferença de experiencia, para a maioria dos seus oponentes deste escalão.


Foto: António Filipe Pinto, do MCP, 28º classificado dos sub-18.


O António Filipe Pinto, só conseguiu 2 pontos. Este escalão é muito forte, e, o Filipe esteve muito tempo parado, tendo-se transferido do seu antigo clube para o MCP, à pouquíssimo tempo. Tem de jogar regularmente.

Foto: Sala dos campeonatos, dos escalões mais jovens.


Foto: Os irmãos do MCP, Dinis, e, Duarte Pedroso.




Foto: O fotógrafo e cronista do MCP, Afonso Duarte, a retemperar as energias.


Foto: O treinador do CAMIR, e, jogador do MCP, Carlos Carneiro.


Foto: Troféus dos campeonatos.


Foto: Trofeus dos Campeonatos.


Foto: Sala da entrega de prémios.


Foto: Sala da entrega de prémios.


Posted by Afonsov
Photos by Afonsov
Bookmark and Share

terça-feira, 30 de março de 2010

MOTO RALI PARA MACEDO DE CAVALEIROS ENCANTA

Moto-rali MCP PROestima deslumbrou 150 mototuristas
21-03-2010

Aula gigante em Morais e Azibo

150 mototuristas em quase 100 motos oriundos de 17 motoclubes do Algarve ao Minho aperceberam-se do potencial ambiental do concelho de Macedo de Cavaleiros neste fim-de-semana de 20 e 21 de Março ao rolarem descontraídamente no 19º Moto-rali Turístico MC Porto-PROestima, passeata organizada pelo nosso clube e integrado no 14º Troféu Michelin desta mototurística actividade da FMP.

Foi uma autêntica aula geológica e ambiental que agradou à esmagadora maioria da caravana, já que os mototuristas que aderem a este formato de passear em moto são pessoas muito interessadas pelo nosso país e ávidas de conhecer e aprender.
Sabedor disto, o MC Porto, com a ajuda preciosa do sócio Pedro Teiga, montou um roteiro de dia e meio em que mostrou a geología ímpar do Monte de Morais (tem fenómenos que só ocorrem noutros cinco pontos da Terra) e a fabulosa Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo.
“Azibo e Monte de Morais” foi o nome lógico do evento que não precisou sequer de ocupar metade do concelho de Macedo cuja Câmara Municipal foi grande apoiante deste moto-rali turístico.
Bastaram 150 km de percurso totalmente asfaltos, divididos por três pachorrentos sectores para mostrar deslumbrantes miradouros, visitar o Museu Rural de Salselas, Sala Museu de Arqueologia, Casa do Careto de Podence e Real Filatório de Chacim e claro, passear muito, muito pelas aldeias e vales do rio Azibo e Sabor.

Um grande Bem-Haja a todos os elementos da caravana. Participaram com afinco na iniciativa nacional “Limpar Portugal”, retirando toneladas de entulho do vale do Sabor, na freguesia de Lagoa. E isto sob a chuva copiosa de sábado de manhã que quase ía arruinando a passeata! A beleza da paisagem perdeu-se mas o espírito solidário manteve-se bem forte.
O MC Porto teve 49 sócios e familiares em 29 motos e duas carripanas envolvidos na passeata. Destaque para os Conquistadores de Guimarães e Clube Mototurístico de Macedo ambos com 15 motos e um fartote de boa disposição. Este último clube, a “jogar em casa” foi de grande importância para o sucesso do passeio pois auxiliou a organização em vários pormenores.
Obrigado, Dr. Mesquita!

Vamos saber como correu o passeio mais longo de sempre do MC Porto? É que começou no Inverno e terminou na Primavera...

Secretariado nocturno na 6ª feira

Com uma caravana tão grande, era importante abrir o secretariado na 6ª à noite, já em Macedo. Mais de 70 participantes foram já lá dormir, principalmente os de mais longe.
O desorganizador-mor deu gazoneto a ultimar os muitos quilos de road-books, folhetos informativos e demais documentação e conseguiu lá chegar às 23 horas, sob grande carga de água, tal como muitos dos que viajaram nessa noite.
O tempo não ajudava nada mas a alegria geral não estava beliscada apesar da previsão meterológica para sábado não ser famosa.
A Residencial Capitólio serviu de quartel general e aí entregaram-se os sacos cheios de boa documentação turística a todos os presentes e deu-se grande avanço neste processo.
O MC Porto conseguiu um óptimo preço de inscrição e atraiu velhos amigos destas andanças. O convívio começou e bem logo nessa noite!

Sábado de manhã: A carga de água não impediu o Limpar Portugal

A praça diante da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros ficou repleta com a centena de motos, alinhadas para se fazerem à estrada no sábado de manhã. A mesma edilidade brindou o grupo com farto e sucolento pequeno-almoço servido na Casa Falcão, solar centenário e brioso. O MC Porto terminou aí o secretariado com os que chegavam no dia e todos foram ainda convidados a visitar o interessante Museu de Arta Sacra, no piso superior.

De barriguinha composta (para não dizer empanturrados), os amigos mototuristas lá se foram fazendo à estrada (de minuto a minuto) com perguntas na mão, fotos para identificar na outra, road-book no saco de depósito e sorriso na cara.
As nuvens ameaçavam mas ainda não “chuveiravam”. A partida das 89 equipas começou às 10.01h e só terminou às 11.30h!

O Real Filatório de Chacim constituiu a primeira paragem. Estas ruínas da antiga fábrica de fio de seda explicou que há uns séculos, os nossos reis mandavam plantar amoreiras aos milhares.O bicho-de-seda alimenta-se das suas folhas e era preciso matéria prima.
O céu negro começou a transbordar para cima dos capacetes. Foi uma pena. Pela frente tínhamos a descida ao vale do Sabor e foz do Azibo. Estes vales, puros, selvagens, são fantásticos pela biodiversidade que aí se encontra. É um festival de vegetação autóctone que exala aromas e faz sentir bem.
Mas sob a carga de água, cheirar a lavanda não é fácil. Depois desta pergunta surpresa feita pelo Cuarlos Gomes e Tuxa no meio da Natureza passou-se ao “Limpar Portugal”, uns km adiante.
O MC Porto, com a colaboração da Câmara, escolheu este ponto estratégico por ser o mais panorâmico de todo.
Até encheria a alma apanhar lixo numa encosta daquelas sobre o Sabor se... estivesse bom tempo.
Mas com aquela tromba de água...
E não é que ninguém vira as costas à labuta e enchem uma camioneta com entulhos, detritos, monstros e tudo que estava a conspurcar aquele espaço natural?
Fantástico!
Ninguém tirou o capacete. Só se viam pessoas de impermeáveis negros a apanhar coisas e a trazer para cima. Fabuloso! Parabéns a todos!

Pouco adiante, o Pedro Teiga fazia a primeira aparição. Mostrava às dezenas de interessados a “Descontinuidade de Moho”. Exactamente a transição entre os xistos e uma rocha negra e dura que há 300 milhões de anos foi compactada a cerca de 40 km de profundidade. Este fenómeno só é visível nuns cinco lugares mais do planeta!
Mas o Pedro explicava muito mais, apesar de estar num “pinto”. E as pessoas ouviam e escutavam com agrado.
Tem é de guardar o road-book para regressar num dia de sol.
Daí até Macedo foram mais uns 30 km a rolar, com ligeiras paragens aqui e acolá, para conhecer outros pormenores geológicos.
Estava prevista a paragem também na aldeia de Morais para “Limpar Portugal” na ribeira que por lá passa. Mas a Junta tratou disso uns dias antes.
Ainda bem pois como estava o tempo, não se podia espremer demasiado pelo ânimo das pessoas e o Nuno Feliz não é de modas e esperava a caravana de chicote em punho, em bom estilo de capataz!

Sábado de tarde: oxigenar na albufeira do Azibo

O almoço de sábado foi descomplexado, no pavilhão da Feira de Macedo, num almoço servido a todos os voluntários do Limpar Portugal.
Daí saiu-se para as melhores paisagens do moto-rali, precisamente a Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo (PPAA). Até lá, o pelourinho de Vale de Prados e a ponte românica de Vale da Porca marcaram o ritmo. Surge a albufeira ao longe a abrir o apetite e o tempo começa a estiar. Não era sem tempo. Abrem-se capacetes e dá-se folga aos impermeáveis.
Venha o Museu Rural de Salselas,. Este espaço é uma enorme colecção de memórias que tem o dom de estar muito bem distribuído por temas e extremamente organizado e explicado. Um grande trabalho que agradou a todos.
Só tinhamos meia hora para lá estar mas merece visita com mais tempo.
Seguiu-se a Sala Museu de Arqueologia. Aqui o que encantava era o local onde se encontrava, já no coração da PPAA.
As motos estacionaram e os motociclistas passearam a pé até às águas do Azibo represado.
Mais uma pergunta surpresa e mais uns bons momentos. No chão tropeçava-se em pedras de onde se produz o talco. São macias e não deixam dúvidas com o tacto.

Após a pausa, mais um giro na moto. Temos de nos afastar das margens pois os seus caminhos são apenas pedestres e cicláveis. Estão um mimo, com cercas de madeira e obsrvatórios para fauna. A floresta é formada essencialmente por carvalho cerquinho, sobreiro e azinheira, atapetados por líquenes e rodeados por imensos arbustos e plantas. Delicioso.

Entravamos na PPAA agora pelo norte, por Santa Combinha. Numa das margens esperavam-nos os lavradores Hélio e Cátia com o transmontano jogo do chinquilho. Mas a peça utilizada era um contrapeso de tractor... Pesava cerca de 35 kg e poucos conseguiram atirá-lo para lá da risca marcada no chão!
O local e acessos eram espectaculares. Havia raios de sol que furavam as nuvens a alegria já contagiava.
Seguiu-se o miradouro de Santa Combinha. O Sérgio e Zé Seca Adegas tinham algo mais a perguntar, longe, num dos caminhos pedestres. Tudo para que os mototuristas se integrassem na Natureza.
E havia meia hora para gozar a excelência do local. As motos descansavam e os participantes de todo o país deslumbravam-se com o nosso Portugal.
Temos de lá voltar.
No regresso da PPAA, um saltinho a Podence e sua Casa do Careto. O espaço dedicado a um dos mais – ou talvez o mais – peculiares carnavais do país alegrou a comitiva. O colorido das vestes destes personagens surpreende. E surpreendidos ficaram os participantes do MR por ter de fugir de um deles. A Ana Lima, de Benavente, apanhou um susto que ainda deve estar branca... e quem era o careto? A Catarina Almeida, acabadinha de chegar da sua viagem à Guiné Bissau, por terra, onde foi levar uma ambulância. Uma dupla aparição!

A tarde chegava ao fim, com uma das nuvens mais negras que há memória. Quase todos se esquivaram à trovoada e tromba de água. Quase todos. Novo banho, à chuva e nas residenciais. Esgotamos cinco para colocar toda esta comitiva.

Sábado à noite: casamento com humor

O jantar parecia um casamento. O salão engalanado da Capitólio recebeu bem o grupo, pontual, às 20.30h. As mesas bem postas e recheadas compensaram o esforço da manhã.
A borga estava instalada e o melhor da festa chegou após o café.
Afastaram-se mesas, aproximaram-se cadeiras. Fez-se uma plateia e a organização fez agradecimentos, deu dicas para domingo e ditou os 5 primeiros da classificação. O António Pinho e Isabel Rangel do MC Porto estavam mais certinhos e voltaram-se a sentar de lenço amarelo ao pescoço.
E aí sim, apresentaram-se os humoristas Rui Xará e Paulo Baldaia!
Estes dois amigos, postos a desbundar anedotas, piadas, planeadas ou improvisadas, a tocar e cantar letras doidas e divertidas fizeram rir das 23.00h à 1.30h da madrugada. Que noitada esta onde as empregadas do restaurante, o Valente, o Ernesto, o Seca Adegas e o Zé Polícia foram cristos do humor desta dupla.
A galhofa do MR de 2006 no Marco de Canavezes repetiu-se. Muito bom!

Domingo de manhã: sol e passar para a caixa da carrinha

Felizmente o vento virou a norte e as nuvens foram desaparecendo.
A manhã acordou ensolarada e deu-se a partida da etapa diante do Centro Cultural de Macedo, às 9.00h da matina.
A primeira paragem deu o mote para o resto do dia. A fonte/lavadouro de Pinhovelo está muito bem inserida na aldeia típica. Tem casinhas com as varandas tradicionais, tem pelorinho, tem senhoras simpáticas. E tinha de novo os lavradores Cátia e Hélio que obrigavam os desgraçados participantes a correr em redor da fonte com trouxa de roupa suja à cabeça. E ainda tinham de cantar o malhão!
Após uns 20 km de aldeias, a subida ao convento de Balsamão. Nova pergunta surpresa do Cuarlos e Tuxa a propósito dos continentes que já estiveram separados, se uniram e voltaram a separar. Sabem que daqui a uns 250 milhões de anos os continentes vão estar todos unidos? Fixe. Vamos poder ir de moto até à Argentina e Austrália. O engraçado é que esse supercontinente até já tem nome: Amásia.

E no sopé de Balsamão os organizadores convidavam a estacionar as motos e guardar equipamentos. Duas carrinhas de caixa aberta da câmara e respectivos condutores aguardavam a comitiva, às molhadas.
A descida ao Poço dos Paus é de 1,5 km, em terra e alguma lama. Uns 30% dos condutores desceriam com as motos sem problemas. Mas, para fomentar a boa disposição e quebrar a rotina, todos foram nas carrinhas em bom estilo africano.
A paisagem era de floresta mediterrânica, densa e atractiva. O sol alegrava e como tal até houve muito boa gente que preferiu fazer a descida a pé.
Deu boas fotos e muita brincadeira. A manhã estava-se a passar muito bem.
Lá em baixo, o Azibo corria com força entre amieiros, salgueiros e freixos. Para escapar à corrente os cágados fugiram para terra firme e a Carla teve a sorte de descobrir um grande entre a vegetação.
Sessão fotográfica e o responder fácil a uma das perguntas do questionário.

A Dra Eugénia Gonçalo, responsável pela Ecoteca de Macedo de Cavaleiros aguardava o grupo - que chegava aos molhos no cimo das carrinhas – e ía explicando o complexo de diques, outro fenómeno geológico e que se consegue apreciar aqui.
Havia uma hora para todo este vai-e-vem, bem necessário para se poder usufruir da beleza do sítio.

Já nas motos, há que começar a “subir no Oceano Rheic”, gigantesco mar existente há cerca de 300 milhões de anos. Depois da povoação de Paradinha de Besteiros, a professora Carla esperava os mototuristas para que estes sentissem o peso a uns pedregulhos que nos pareciam normalíssimos. Mas não. Já foram esmagados e compactados há muito, sob vulcões, e por isso ficaram bem pesados. A professora Carla ainda explicou mais pormenores e mandou-nos seguir caminho para uns minutos adiante encontrarmos o Pedro Teiga no meio de sobreiros retorcidos e cobertos de líquenes.
As árvores tinham cerca de 140 anos e estavam minúsculas. Estávamos no cimo do Monte de Morais onde o minério existente no solo transforma as plantas quase em bonsais.
Num instante o Pedro descobriu entre os xistos, pedras de amianto (muito tóxicas) e de opala. Mais uma boa palestra mas que não se podia alongar pois tínhamos o almoço à espera.

Morais: Almoço em festa

Em Morais já se assavam as carnes diante da Junta de Freguesia. O próprio presidente e habitantes locais esmeravam-se para receber muito bem os 150 forasteiros, como em Trás-os-Montes sabem fazer muito bem.
Os motociclistas arrumaram finalmente as motos diante da casa do povo, entregaram os questionários, alguns semidesfeitos pelas chuvadas de sábado, e juntos foram tirar a foto de grupo diante da igreja.
Seguiu-se uma almoçarada de carne, muita carne! Trás-os-Montes é Trás-os-Montes e fome aqui não se passa. A população de Morais excedeu-se e proporcionou grande refeição.
Em excelente convívio fizeram-se os últimos agradecimentos e entregaram-se bonitas casas de artesanato local aos mais regulares. A Isabel e António mantiveram-se à frente do Fernando e Carla Silva de Tomar e dos famalicenses Carlos e Fátima Cardona.
Com os três simpáticos casais perfilados e uma grande salva de palmas, o moto-rali terminou com o convite de regressarmos a Morais no 3º fim-de-semana de Julho, altura em que tem grande festança na aldeia.
Em 2010 já não conseguimos mas para o ano...

Muito obrigado a todos os responsáveis pelo sucesso da passeata.
186 fotos da Fina Paparazzi mais abaixo.

Classificações finais do Moto Rali (corrigidas pela2ª vez)

As mais sinceras desculpas pelo Lapso aos visados (Nota de Sérgio Correia)

Parabéns ao Fernando e Carla

Realmente há bicharada como a gralha ou o gato que se gostam de meter onde não são chamados.
Neste caso foi uma tecla a mais ou a menos na pressa de fazer as classificações para libertar ribatejanos, alentejanos e algarvios para um longo regresso desde Morais que modificou as classificações do moto-rali.
Claro que a importância destas coisas é sempre muito relativa e o que era mesmo necessário é que a caravana se divertisse e aprendesse algo mais sobre a fabulosa geologia de Morais e ambiências do Azibo.
Mas também gostamos de fazer as coisas correctas e até de mostrar as classificações com detalhe para todos perceberem onde acertaram ou não. Esta transparência de dados motiva a que os participantes percebam a existência dos tais gatos quando os há. E desta vez havia.
Alertados por eles – o que muito agradecemos – fizemos logo a correcção e agora sim, o seu a seu dono.
O Fernando e a Carla Silva acabaram por ser os mais certinhos da passeata.
Parabéns a eles e a todos os demais participantes deste 19º MR MC Porto PROestima!

Troféu do conhecimento continua em Espanha

O Troféu Michelin de Moto-ralis turísticos dará um salto a Espanha a 17 e 18 de Abril. A serra de Aracena foi o local escolhido para tema do passeio organizado pelo MC Albufeira, terceira e próxima ronda deste troféu.
A serra de Aracena é próxima da fronteira, para lá de Moura e Mourão.
Contacto: Sérgio Amaro 964 537 442 e ficha de inscrição também disponível aqui nos Próximos Eventos



































Posted by Nestov
Bookmark and Share